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Tecnologia aplicada em robótica: o “Laboratório 4.0” tem tudo para ser muito diferente do laboratório do passado

Em pleno ano de 2019, não há como negar que as inovações tecnológicas se responsabilizaram e continuam se responsabilizando, sim, por promover as mais diferentes mudanças nas condutas praticadas em laboratórios.
Embora aparente ser clichê, esta informação é apenas a primeira capaz de confirmar a tese de que o laboratório do futuro (ou laboratório 4.0, como queira) tem tudo, mas tudo mesmo, para ser extremamente diferente do laboratório do passado.
 
Ao trabalharem com inteligência artificial, aprendizado de máquinas e microfluídica em suas práticas mais corriqueiras e cotidianas, os profissionais que atuam nestes mais inovadores, podemos assim chamar, acabam tendo uma rotina meio que influenciada pelos avanços tecnológicos. A própria integração da automação com a robótica é prova viva desta teoria. 
 
Certo, mas, se é assim, em que momento o ambiente laboratorial começou a de fato ser transformado?
 
Para que o momento-chave da transformação do ambiente laboratorial consiga ser esmiuçado da maneira mais detalhada possível, não há maneira melhor do que separar seus tópicos de referência em pontos específicos. Conheça-os:
 
Introdução de tecnologias microfluídica e lab-on-a-chip;
Crescente interesse pela computação no sistema de nuvens;
Aprendizagens gerais via máquinas e inteligência artificial (AI).
 
Na prática, cada um destes tópicos pôde se responsabilizar por influenciar diretamente na eficiência dos procedimentos químicos em si, na coleta, na análise e no compartilhamento de dados e na reprodutibilidade dos mais diferentes experimentos técnicos.
 
O poder da automação
 
Não há como tratar a respeito das características pertencentes às automações químicas e laboratoriais sem que em contrapartida o mesmo possa ser realizado com relação à robótica. Ou seja, tratam-se de conceitos complementares que precisam ser aqui levados em consideração. 
 
Dito isso, vale frisar que a robótica permitiu, permite e permitirá cada vez mais uma significativa reestruturação do local de trabalho laboratorial em si. De quebra – e com a disponibilidade cada vez mais maciça de robôs responsáveis por promover a manipulação de líquidos -, milhares de amostras também puderam, podem e poderão passar a ser analisadas de maneira extremamente mais veloz e precisa.
Ou seja, assim como acontece em outros departamentos profissionais presentes na sociedade, o meio laboratorial também está passível de ser cada vez mais explorado pelos aparatos interligados à automação e à robótica
 
A SC Química, por sua vez, compreende todos estes avanços e mudanças em seu campo de atuação e sempre procura equilibrar a questão da tecnologia com as análises pessoais e intransferíveis que, mesmo nos tempos atuais, somente podem ser colocadas em prática por humanos. 
Mesmo assim a instituição entende que, quando bem aplicada, tecnologia nunca é demais – no negativo sentido do termo - ao meio laboratorial. Muito pelo contrário.